Ata de
reunião
Iniciou-se às 14h45 no Auditório
da Casa da Cultura, com a apresentação de Everaldo sobre o planejamento da
SECTUR 2015/2016. Foi elaborado baseado nos documentos disponíveis, com
levantamento dos temas recorrentes como cultura tradicional, capacitação,
pesquisa, somado à rotina de trabalho da Secretaria. As 4 áreas são Marketing e
promoção do destino – comunicação social, lei do incentivo, eventos, sistemas de
informações; Monitoramento e Estudos – indicadores, centros de informação;
Planejamento, Desenvolvimento e Ordenamento Turístico – Infraestrutura, cais,
rodoviária; e finalmente, Turismo Sustentável – que inclui o turismo de base
comunitária. Segue apresentação como anexo 2.
Beth perguntou se nesta proposta
esta considerado um plano de promoção cargos e salários. Foi esclarecido que
este esforço esta em curso, mas necessita reforço do COMTUR para chegar a isso
que alias é um ponto da greve dos servidores municipais. Laíse não existe
atribuição de cargos com os descritivos das funções a serem exercidas. Não e
fácil acontecer, o MP já interferiu, mas a reforma administrativa não sai. A
Prefeitura de Paraty já assinou o documento em 2011, mas não cumpriu. Esta
discussão e ampla, precisa ser feita. A equipe temporária não consegue gerir
projetos, não se pode cobrar. Portanto o COMTUR tem que fazer uma recomendação
clara no sentido de apoiar a reforma administrativa
Nova contratação (Guilherme) vai
permitir a criação de textos, novos roteiros, hot sites, requalificação de
eventos existentes. A sinalização é cara e complexa e as parcerias antigas vêm
sendo mantidas. Em Ubatuba e Angra já se avançou, mas em Paraty por razões
orçamentarias faz-se o que se pode. Um projeto foi apresentado a Eletronuclear.
Mauricio sugeriu que se coloque
o turismo sustentável como o guarda-chuva maior que engloba todo o resto, posto
que o que se busca é sempre o turismo sustentável. Pegando o que já foi
retratado, os documentos revisados, o Plano Diretor com as atribuições do
COMTUR e articular cada projeto com os objetivos do Plano Diretor. Everaldo indicou que esta discussão já
aconteceu, que a SECTUR já foi criticada por não indicar o PDDT, mas no COMTUR se
propôs a continuidade do GT de avaliação do PPDT. Há projetos que já não tem mais
sentido, esse filtro do GT é necessário para saber o que está obsoleto, o que
já andou, especialmente no que se refere ao COMTUR. Carla acha que este é o
momento de dar este lugar privilegiado ao turismo sustentável; o próprio
secretário reconhece a prioridade mas não tem equipe para isso. O foco de exame
de cada eixo mudaria completamente. Gabriel diz que o fato de se ter turismo
sustentável no mesmo nível das demais prioridades já e um grande avanço. O planejamento
da SECTUR muda de 4 em 4 anos e se pretende que o plano permaneça, mas as
prioridades mudam, os conselheiros do COMTUR mudam, por isso é importante
deixar bem claro o que se pretende com o COMTUR. Everaldo insiste que o PDDT é
crucial, mas temos que conhecê-lo e separar o que foi feito, deve ser
modificado e resta a fazer. No PDDT já se detalha qual o papel do COMTUR,
definido pela imagem abaixo.
Voltando a
discussão da sinalização, no momento terá continuidade com a MasterCard, porém haverá
projetos específicos além de uma parceria com o IHAP. Haverá também um
aplicativo online e off-line. A Cultura também esta fazendo um aplicativo e
pode-se ver como se complementam. Haverá também um site.
Como disseminar o resultado das
pesquisas de satisfação? O Joel, estatístico, sugeriu uma pesquisa aleatória
que passara a ser feita. O empresário geralmente tem uma visão negativa do
resultado do evento.
Mauricio
mencionou que sente falta de alguma informação sobre a qualidade dos serviços
para que se possa orientar os turistas sobre o turismo de qualidade. Gabriel
diz que existe o folheto dos restaurantes oficiais no CADASTUR, o aplicativo e
o site oficial também terão estas informações. Laíse lembra que houve um
esforço via 2 campanhas, Fuja dos piratas e Cadastre-se no Cadastur.
A gestão do
cais turístico esta avançando e se contempla uma catraca.
A demanda pelo TBC existe, mas
ainda não há um veículo para fazer encontrar os atores chaves do TBC, que é
diferenciado. Há um mapa feito das comunidades onde pode haver TBC, pode-se
convidar outras pessoas a participarem. Beth agregou a época do boletim
Comunidade Pura, folha A4, que era um bom veículo de comunicação.
A reunião
encerrou-se 17h. Ata redigida por Maria Helena Müeller e finalizada por Laíse
Costa.
Anexo
1: lista de presença
Anexo 2: Apresentação
do Planejamento da SecTur 2015/16


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